A Rinoplastia antigamente era considerada uma cirurgia simples para reduzir o nariz através da remoção de tecidos (osso e cartilagem). No entanto, esta abordagem considerada “simplista” enfraquecia o suporte das estruturas do nariz, podendo levar a deformidades aparentes e até mesmo colapso de partes do nariz, repercutindo na função respiratória. 
 
Estas complicações levavam o paciente a procura de uma rinoplastia revisional. No que diz respeito a forma e função, estas são inseparáveis. Mudanças na aparência nasal, mesmo que sutis, podem afetar o fluxo respiratório. A maioria das manobras realizadas durante o procedimento, seja para reduzir o dorso, ou para afinar a ponta, trazem repercussões funcionais
 
Uma abordagem atual desenvolvida nos Estados Unidos na década de 1990 pelo otorrinolaringologista Dr Dean Toriumi , chamada no Brasil de Rinoplastia Estruturada preserva a integridade e o suporte do nariz, utilizando enxertos de cartilagens do próprio paciente para manter a sustentação e reforçar as áreas de fraqueza do nariz. Este tipo de abordagem garante um resultado mais natural e duradouro, reduzindo os riscos de complicações, principalmente as respiratórias.
 
É importante lembrar aos que têm obstrução nasal por desvio de septo e desejam realizar uma rinoplastia, é indicado que façam os dois procedimento no mesmo ato cirúrgico, pois se é realizada a correção do desvio de septo , são “perdidas” cartilagens do septo que seriam fundamentais para a realização da rinoplastia estruturada.
 
Com o avanço das técnicas cirúrgicas empregadas nas correções das alterações funcionais e estéticas do nariz, só podemos considerar como sucesso cirúrgico se a boa aparência externa estiver de acordo com um bom resultado funcional. Não adianta ter um nariz bonito que não exerça suas funções respiratórias.

Rinoplastia

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